sexta-feira, 28 de maio de 2010

Jornalistas do Mato Grosso conseguem piso salarial após 15 anos

Após 15 anos de luta, os jornalistas de Mato Grosso conquistaram um piso salarial para a categoria. O acordo foi firmando entre o Sindicato dos Jornalistas (Sindjor-MT) e os principais veículos do estado: TV Cidade, Grupo Folha do Estado, Grupo Diário de Cuiabá e Grupo Gazeta de Comunicação.

Apesar da conquista, o valor de R$ 1.380 é considerado baixo pelo sindicato. "O valor está muito aquém do que a gente queria", avalia a Secretária-Geral do Sindjor, Márcia Raquel de Oliveira.

Por outro lado, Márcia comemorou o acordo e ressaltou que o piso será o mesmo na capital, Cuiabá, e no interior do estado.

"As empresas queriam um piso menor para quem trabalha no interior. Mas quem é jornalista faz o mesmo trabalho, independente de ser de Cuiabá ou não", diz.

O acordo também definiu que a partir do segundo ano de contrato, os profissionais terão um reajuste de 5,4% (INPC) e mais 1% para cada ano de trabalho.

Montes Claros

E em Montes Claros? Quando os jornalistas terão um piso salarial digno? Na verdade, a pergunta é: há mobilização pra isso? Vejam a situação dos professores. Os caras peitam o governo do estado, fazem greve e não temem por isso. Os camaradas são unidos.

A dica para os formados é: estudem para concursos, se não tem veia pra coisa, na pior das hipóteses, tentem outra carreira ou montem o próprio negócio. É a melhor maneira de se dar bem. Muitos colegas já vislubram bons salários com suas ideias. Se for pra depender de mobilização, por aqui, vamos esperar 500 anos e não 15 como os mato-grossenses.

Com informações do C-se


quinta-feira, 27 de maio de 2010

Vôlei: Montes faz peneira para achar jogadores

Para incentivar a prática do vôlei e revelar talentos, a diretoria do time de Vôlei de Montes Claros pretende promover uma peneira para selecionar três jogadores do Norte de Minas que serão aproveitados como reservas na equipe: um líbero, um levantador e um ponteiro.

O time também negocia um jogador da seleção de vôlei de Cuba. Será um time atômico novamente? A torcida espera novos ídolos.

Balde de água fria na cabeça dos tucanos

Aécio põe fim às especulações. Candidatura ao Senado é dada como certa

O ex-governador Aécio Neves jogou um balde de água fria nas especulações de que poderia ser candidato a vice-presidente ao lado do ex-governador José Serra, formando assim uma chapa pur-sangue. Aécio confirmou o que já havia adiantado o governador Antônio Anastasia no início da semana durante passagem por Montes Claros, que o tucano será candidato ao Senado.

O PSDB agora está com a pulga atrás da orelha, já que nas últimas pesquisas a diferença de Dilma para Serra diminui consideravelmente. Com uma visão diferente da do partido, Aécio diz acreditar que seu nome pode, de alguma forma, ajudar o PSDB tanto na eleição estadual quanto no confronto com a ex-ministra Dilma Rousseff pela Presidência da República. Situação que a cúpula do PSDB não gostaria de pagar para ver.

"Estou absolutamente convencido de que a melhor forma de ajudar a dar a vitória ao governador (Antonio) Anastasia e ao companheiro e amigo José Serra é estando em Minas Gerais como candidato ao Senado", disse.

Itamar também fora

Numa análise bem superficial e não tão irresponsável sobre o atual cenário político, acredita-se que Aécio ainda guarde mágoas do partido por não ter aceitado as prévias e ter sido o escolhido para sair candidato. Talvez seria esse o motivo de ser tão irremediável em sua decisão de não querer ser vice. Mas o partido não pode intervir na decisão de seu filiado? Situação delicada.

Em conversa com Anastasia classificou como "muito provável" o ex-presidente Itamar Franco (PPS) ser o segundo candidato da coligação tucana ao Senado, enterrando as chances do ex-presidente ser o candidato a vice de Serra. Mais uma vez, Minas está no centro das discussões políticas.