quarta-feira, 1 de junho de 2011

Viagem fascinante pelo mundo da música


Em forma de recital, trabalho acadêmico mostra a pluralidade da música ao longo da história

Musicista Raina Maciel
"Do contraponto ao Tom" é o nome do recital que os acadêmicos do curso de Música da Universidade Estadual de Montes Claros - Unimontes apresentam nessa quinta-feira (2) de junho, às 20h, no auditório do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas, prédio 3. A entrada é gratuita.

A apresentação, dos alunos do 5º período, foi produzida pelos alunos do 7º período, como parte das atividades da disciplina “produções artísticas”, ministrada pela professora Fabíola Monção. 

O repertório vai do período renascentista aos dias atuais, passando por gênios da música clássica como o compositor austríaco Wolfgang Amadeus Mozart até chegar ao brasileiro Antônio Carlos Jobim, um dos criadores da bossa nova. A proposta é fazer uma viagem por diversos  períodos – Barroco, Clássico, Romântico, Impressionismo -, chegando aos dias atuais.
A ponte que os estudantes pretendem traçar da Renascença ao trabalho musical apurado  do compositor carioca tem ligação com o fato de que Tom Jobim é unanimidade entre críticos e público em termos de qualidade e sofisticação musical.  

No seu passeio pelo mundo da música, o recital contempla outros brasileiros do período contemporâneo, como  Egberto Gismonti, um virtuose da música instrumental popular que se destaca pela capacidade de experimentação e que também enveredou pelo estilo bossa nova.

O trabalho é coordenado pela professora Raiana  Alves Maciel Leal do Carmo, mestra em etnomusicologia. "É uma oportunidade que os acadêmicos têm, dentro da graduação, de excercer a prática musical em conjunto e também de estabelecer o contato com o público", diz Raiana.

* Colaborou Waldo Ferreira

Manifestação contra PL 122 em Brasília



O pastor Silas Malafaia promove nessa quarta-feira  manifestação pacífica contra o PL 122, projeto de lei desarquivado pela senadora Marta Suplicy que criminaliza qualquer ação, opinião ou crítica que venha a ser interpretada como discriminação ou preconceito quanto ao homossexualismo no Brasil. Uma nova mordaça, na verdade


Tal proposta fere a liberdade religiosa e de expressão, direitos garantidos pela Constituição brasileira, expressas no artigo 5º, incisos 4, 6, 8 e 9.


Desde às 15h, líderes, pastores, deputados e senadores da bancada Cristão estão reunidos em frente ao Congresso Nacional em Brasília para protestar contra esse projeto.


Na ocasião, o pastor Silas Malafaia vai protocolar no Senado um abaixo-assinado contra o PL 122. 

quinta-feira, 19 de maio de 2011

STF SEM NOÇÃO



Gostaria de saber o motivo pelo qual a mídia oferta tanto espaço para a questão gay. Sinceramente, não entendo. Tudo bem que, depois de mais uma decisão equivocada do Supremo Tribunal Federal (STF) - que reconheceu, em decisão unânime, a equiparação da união homossexual à heterossexual - pra não dizer estúpida e sem noção, a mobilização do movimento LGLBTS ganhou dimensões, adeptos e até umas letrinhas a mais em sua sigla original.

Tenho minha convicção sobre o conceito real de família e não abro mão dela, independentemente do que o STF decidiu ou vai decidir futuramente.

Aliás, faz tempo que nós, brasileiros, vimos uma decisão que favorecesse alguma maioria. Digo, nós, eu, você. A Lei da Ficha Limpa, por exemplo, foi por água abaixo. Só valerá nas próximas eleições, de 2012. Vamos ter que esperar. A exigência do diploma para o livre exercício da profissão de jornalista precarizou ainda mais a categoria e acabou virando  pizza nas mãos de Nossa excelência, o cozinheiro-mor, ministro Gilmar Mendes.

Eu, assim como milhares, estou farto de tanta hipocrisia. Assuntos com pouca importância têm merecido destaque nas primeiras páginas dos jornais. Um desses da capital mineira outro dia anunciou, e quer ser reconhecido, como precursor ao ser o primeiro jornal a destinar uma página inteira, colorida, para a questão gay. 

Realmente, assim como o STF, estamos perdendo a noção das coisas, da naturalidade delas inclusive.

Roubar e devolver
Parece piada. O presidente do Senado, José Sarney, vai devolver R$ 24 mil gastos em jantar para 60 pessoas na sua residência oficial, oferecido ao ministro César Asfor Rocha, ex-presidente do Superior Tribunal de Justiça, em abril. O jantar custou R$ 400 por cabeça. Esse negócio de pegar e devolver está se tornando prática corriqueira entre os políticos em Brasília. A Justiça só faz vista grossa. Se você pegasse 24 mil emprestado de seu patrão, oferecesse um jantar vip, você devolveria o dinheiro, mas em compensação seria demitido. Na política, não. Você é aplaudido de pé!

Semáforos por todos os lados
Foto: Fábio Marçal
Será a decisão mais acertada distribuir aleatoriamente sinalização semafórica por toda a cidade? Sairia mais barato conscientizar a população, humanizando. Já basta o IPTU, IPVA, água, luz, telefone, aluguel...



Mototáxi
Esse negócio chatíssimo de aumentar o preço da passagem dos coletivos vira uma bola de neve interminável. Os mototaxistas da cidade estão se achando no direito de cobrar o valor que lhes é interessante. Interessante? Pra eles, né! Outro dia fui obrigado a levantar os braços para o céu pensando eu estar sendo assaltado, em plena luz do dia, por um desses de duas rodas. Cobrar R$ 4 da Mestra Fininha ao Montes Claros Shopping Center só pode ser “pegadinha do malandro” ou um verdadeiro assalto, né moçada!



Frase
“Sou o único assumido, mas há pelo menos 30 homossexuais, entre homens e mulheres, no Congresso Nacional”, o ex-BBB (se isso fosse título de alguma coisa) e agora nosso representante no parlamento, Jean Wyllys.