Uma adolescente morreu quando pilotava uma motoneta, atingida por um carro e atropelada por outro que vinha logo atrás. O promotor acredita que houve culpa, devido à velocidade e à bebida com direção
O caso discorrido no título e no subtítulo dessa informação aconteceu em Niterói, na região metropolitana do Rio. Dois homens acusados da morte de uma jovem num acidente de trânsito foram julgados como “assassinos”.
O triste fato carioca me fez lembrar de um episódio nortemineiro muito pior. Era noite do dia 18 de dezembro, quando a vida de dezenas de pessoas mudaria para sempre.
Na mesma velocidade que um dos acusados atingiu a jovem Tatiana Accurso, filha única de apenas 17 anos, alguns jovens entraram nos seus carros para “brincar de pega” e mataram um casal de idosos, Milton Librelon e Wanita Librelon, e deixaram feridos outros três ocupantes do carro.
Por sinal, os idosos que morreram nessa brincadeira de idiotas, eram avós desse jornalista que vos descreve e que foi testemunha ocular do trágico acidente da noite do dia 18 de dezembro. O acidente aconteceu na avenida José Corrêa Machado.
Cinco anos
No próximo dia 18 de dezembro completam cinco anos dessa fatalidade que, pela misericórdia de Deus, também não fez vítimas fatais eu, minha esposa e meu irmão, Fredy.
A motoneta que a carioca pilotava foi atingida por um carro e outro que vinha logo atrás atropelou e matou a jovem. Cena parecida com o acidente que envolveu o Santana do meu avô, experiente caminhoneiro. Um Renault grená atingiu de cheio a lateral do carro, que lançou para fora do veículo o motorista e os outros dois ocupantes do carro. Detalhe: os carros que vinham em alta velocidade estavam empareados e com os faróis apagados, o que é uma infração prevista na lei de trânsito.
Assim como consta nos autos judiciais e periciais, Mario Eleuzar de Araujo Lima, Rafael Deschamps de Araújo, Fabio Soares Vitor, Daniel Luis Cordeiro Leite, Rodrigo Fernando Aguiar e Albert Rodrigues Gomes Meira faziam “pega” numa via pública no dia 18 de dezembro.
A morte em acidentes de trânsito infelizmente é uma triste rotina do Brasil e que na maioria dos casos os autores ficam impunes. Mas no caso da carioca Tatiana Accurso, o Ministério Público quer demonstrar que não houve uma fatalidade, mas um crime, e que, por isso, os acusados devem ser condenados por homicídio doloso, ou seja, como assassinos que tiveram a intenção de matar.
Da mesma forma, a família Librelon clama por justiça e por uma celeridade da Justiça, que tem interpretado de forma diferenciada casos como esse no Brasil.
O acidente foi há cinco anos. O da carioca há sete anos. Todos os acusados pelo “racha” respondem em liberdade. A família Librelon acredita que a justiça vai prevalecer nesse caso, apesar da demora na decisão. O promotor pode pedir até 20 anos de prisão. Uma fatalidade sabemos que em nenhum dos casos foi.
Entre as testemunhas de acusação no caso da carioca está uma amiga de Tatiana que ia de carona com ela na moto e sobreviveu. No acidente do casal Librelon, há um jornalista, uma advogada e um administrador que testemunharam todo o acidente.
O processo do casal Librelon está no Tribunal de Justiça. A expectativa da família e de toda a população, que acompanhou de perto a dor e sofrimento dos familiares, é que os acusados sejam julgados por um júri popular.
Veja a reportagem da Carioca que foi vítima de uma “brincadeira”
O caso discorrido no título e no subtítulo dessa informação aconteceu em Niterói, na região metropolitana do Rio. Dois homens acusados da morte de uma jovem num acidente de trânsito foram julgados como “assassinos”.
O triste fato carioca me fez lembrar de um episódio nortemineiro muito pior. Era noite do dia 18 de dezembro, quando a vida de dezenas de pessoas mudaria para sempre.
Na mesma velocidade que um dos acusados atingiu a jovem Tatiana Accurso, filha única de apenas 17 anos, alguns jovens entraram nos seus carros para “brincar de pega” e mataram um casal de idosos, Milton Librelon e Wanita Librelon, e deixaram feridos outros três ocupantes do carro.
Por sinal, os idosos que morreram nessa brincadeira de idiotas, eram avós desse jornalista que vos descreve e que foi testemunha ocular do trágico acidente da noite do dia 18 de dezembro. O acidente aconteceu na avenida José Corrêa Machado.
Cinco anos
No próximo dia 18 de dezembro completam cinco anos dessa fatalidade que, pela misericórdia de Deus, também não fez vítimas fatais eu, minha esposa e meu irmão, Fredy.
A motoneta que a carioca pilotava foi atingida por um carro e outro que vinha logo atrás atropelou e matou a jovem. Cena parecida com o acidente que envolveu o Santana do meu avô, experiente caminhoneiro. Um Renault grená atingiu de cheio a lateral do carro, que lançou para fora do veículo o motorista e os outros dois ocupantes do carro. Detalhe: os carros que vinham em alta velocidade estavam empareados e com os faróis apagados, o que é uma infração prevista na lei de trânsito.
Assim como consta nos autos judiciais e periciais, Mario Eleuzar de Araujo Lima, Rafael Deschamps de Araújo, Fabio Soares Vitor, Daniel Luis Cordeiro Leite, Rodrigo Fernando Aguiar e Albert Rodrigues Gomes Meira faziam “pega” numa via pública no dia 18 de dezembro.
A morte em acidentes de trânsito infelizmente é uma triste rotina do Brasil e que na maioria dos casos os autores ficam impunes. Mas no caso da carioca Tatiana Accurso, o Ministério Público quer demonstrar que não houve uma fatalidade, mas um crime, e que, por isso, os acusados devem ser condenados por homicídio doloso, ou seja, como assassinos que tiveram a intenção de matar.
Da mesma forma, a família Librelon clama por justiça e por uma celeridade da Justiça, que tem interpretado de forma diferenciada casos como esse no Brasil.
O acidente foi há cinco anos. O da carioca há sete anos. Todos os acusados pelo “racha” respondem em liberdade. A família Librelon acredita que a justiça vai prevalecer nesse caso, apesar da demora na decisão. O promotor pode pedir até 20 anos de prisão. Uma fatalidade sabemos que em nenhum dos casos foi.
Entre as testemunhas de acusação no caso da carioca está uma amiga de Tatiana que ia de carona com ela na moto e sobreviveu. No acidente do casal Librelon, há um jornalista, uma advogada e um administrador que testemunharam todo o acidente.
O processo do casal Librelon está no Tribunal de Justiça. A expectativa da família e de toda a população, que acompanhou de perto a dor e sofrimento dos familiares, é que os acusados sejam julgados por um júri popular.
Veja a reportagem da Carioca que foi vítima de uma “brincadeira”

